Eu e meu amor que tantu amuu

Eu e meu amor que tantu amuu
É υм ρяαzєя τє-ℓσ єм мιинα ρágιиα...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O que é principal em sua vida !?

         Se assim me tratas, mata-me de uma vez, eu te peço, se tenho achado favor aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria."
     (Nm.11.15
_____________________________________________________A lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro:
    ' Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do
principal.
      Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal'.
     Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal'.
    A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas.
    Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental.
    A voz misteriosa falou novamente: - ' Já só tens oito minutos.'
    Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se...
     Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro. Mas a porta já estava fechada...para sempre!
    A riqueza durou pouco e o desespero, sempre!
    Temos uns Oitenta (?) anos para viver, neste mundo, e há uma voz que sempre nos adverte, de vez em quando: ' Não te esqueças do principal! '

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Nunca Desista...

          Ignace Jan Paderewski, famoso compositor e pianista, estava programado para apresentar-se em um grande salão de concertos nos Estados Unidos. Foi uma noite inesquecível – smokings e vestidos longos, uma ostentação da alta sociedade.Presente na platéia naquela noite estava uma mãe acompanhada de seu inquieto filho de nove anos. Cansado de esperar, o filho se mexia constantemente na poltrona. A mãe tinha esperança de que ele se animasse a estudar piano ao ouvir o imortal Paderewski tocar. Mesmo contra vontade, o menino estava ali.

        Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Steinway e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos. Sem atrair a atenção da requintada platéia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o "Bife". O vozerio da platéia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:
      "Tirem esse garoto daí!"
     "Quem trouxe esse moleque aqui?"
     "Onde está mãe dele?"
     "Mandem o garoto parar!"
      Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o "Bife" para torná-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Paderewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto: “Continue. Não desista.                
         Continue tocando… não pare… não desista!”
        O mesmo acontece conosco. Esforçamo-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o "Bife" em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra: “Continue.. Não desista. Vá em frente… não pare, não desista, enquanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo”.