Se assim me tratas, mata-me de uma vez, eu te peço, se tenho achado favor aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria."
(Nm.11.15
_____________________________________________________A lenda que certa mulher pobre, com uma criança ao colo, passando diante de uma caverna, escutou uma voz misteriosa que dizia lá de dentro:
' Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do
principal.
Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal'.
Lembra-te, porém, de uma coisa: Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto, aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal'.
A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas.
Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no avental.
A voz misteriosa falou novamente: - ' Já só tens oito minutos.'
Esgotados os oito minutos, a mulher, carregada de ouro e de pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta fechou-se...
Lembrou-se, então, de que a criança ficara lá dentro. Mas a porta já estava fechada...para sempre!
A riqueza durou pouco e o desespero, sempre!
Temos uns Oitenta (?) anos para viver, neste mundo, e há uma voz que sempre nos adverte, de vez em quando: ' Não te esqueças do principal! '
Gente aqui neste espaço que abri pra dividir um pouco sobre mim, quero partilhar com vocês um pouquinhu de o quanto tudo tem dado certo em minha vida, Deus me deu de presente alguém que tem estado ao meu lado ha alguns meses, que é o meu namorado, homem da minha vida que veio pra preencher aquele espacinhu que faltava, homem que tenho certeza que Deus colocou ele nos meus caminhus, pra que na cumplicidade venhamos nos completar....
Eu e meu amor que tantu amuu
É υм ρяαzєя τє-ℓσ єм мιинα ρágιиα...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Nunca Desista...
Ignace Jan Paderewski, famoso compositor e pianista, estava programado para apresentar-se em um grande salão de concertos nos Estados Unidos. Foi uma noite inesquecível – smokings e vestidos longos, uma ostentação da alta sociedade.Presente na platéia naquela noite estava uma mãe acompanhada de seu inquieto filho de nove anos. Cansado de esperar, o filho se mexia constantemente na poltrona. A mãe tinha esperança de que ele se animasse a estudar piano ao ouvir o imortal Paderewski tocar. Mesmo contra vontade, o menino estava ali.
Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Steinway e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos. Sem atrair a atenção da requintada platéia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o "Bife". O vozerio da platéia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:
"Tirem esse garoto daí!"
"Quem trouxe esse moleque aqui?"
"Onde está mãe dele?"
"Mandem o garoto parar!"
Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o "Bife" para torná-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Paderewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto: “Continue. Não desista.
Continue tocando… não pare… não desista!”
O mesmo acontece conosco. Esforçamo-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o "Bife" em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra: “Continue.. Não desista. Vá em frente… não pare, não desista, enquanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo”.
Enquanto ela virou-se para conversar com alguns amigos, o menino desistiu de ficar sentado. Afastou-se dela estranhamente atraído pelo enorme piano de ébano Steinway e pela macia banqueta de couro instalados no imenso palco, cujas inúmeras lâmpadas acesas chegavam a ofuscar os olhos. Sem atrair a atenção da requintada platéia, o menino sentou-se na banqueta, com os olhos arregalados diante das teclas brancas e pretas. Em seguida, colocou seus dedos pequenos e trêmulos nas teclas certas e começou a tocar o "Bife". O vozerio da platéia cessou, e centenas de rostos carrancudos voltaram-se em direção ao garoto. Irritadas, as pessoas começaram a gritar:
"Tirem esse garoto daí!"
"Quem trouxe esse moleque aqui?"
"Onde está mãe dele?"
"Mandem o garoto parar!"
Dos bastidores, o mestre ouviu a gritaria e pôs-se a imaginar o que estaria acontecendo. Apressado, ele pegou sua casaca e correu para o palco. Sem dizer uma só palavra, curvou-se sobre o garoto, passou os braços ao redor dele e começou a improvisar uma música que se harmonizava com o "Bife" para torná-lo mais melodioso. Enquanto os dois tocavam, Paderewski sussurrava o tempo todo ao ouvido do garoto: “Continue. Não desista.
Continue tocando… não pare… não desista!”
O mesmo acontece conosco. Esforçamo-nos para levar adiante um projeto, que parece tão insignificante quanto o "Bife" em um salão de concertos. E, quando estamos prontos para desistir, chega o Mestre, que se curva sobre nós e sussurra: “Continue.. Não desista. Vá em frente… não pare, não desista, enquanto Ele improvisa uma melodia para nos ajudar, proporcionando o toque certo no momento certo”.
Assinar:
Postagens (Atom)